"Agora, a única opção que eu não tenho é ter ou não HIV. Todo o restante eu posso resolver!"

Rafael Bolacha (apelido dado pelo seu irmão) criou um blog no dia 07 de janeiro de 2010 no qual posta textos sobre a AIDS em uma rotina diária. Confesso que não sei com certeza se ele se espelha em alguém, se criou um personagem da cabeça ou se essa história é real, isso ficarei devendo.

Ao invés de fazer uma resenha normal como vocês estão acostumados, resolvi dar importância maior a esse livro, a iniciativa é ótima e as pessoas realmente precisam se conscientizar mais.



 Infelizmente o preconceito ainda existe bastante, cabe a nós saber lidar com ele.

O livro foi tirado do blog do autor ( link aqui ) em suas postagens mais antigas, obviamente. Vai do inicio de 2010 até o final de 2012 e lá vemos a luta quase diária de alguém soropositivo. 

Recomendo esse livro pois além dele ser realista, a mensagem que passa é ótima. Fala de bullying também, mas de um jeito mais realista. No livro, é citado que ninguém chama um magro de gordo, nem um branco de negro. Antigamente, o "xingamento" mais utilizado era mulherzinha mas com o papel que a mulher vem ganhando hoje em dia (ainda bem!) isso passou a não ser mais um xingamento, sendo substituído assim, por viado, bicha, e etc.. 

Além de ter trechos de séries e músicas, o autor também pegou alguns comentários do blog. O que me chamou mais atenção foi: 
"Hoje sei que não importa muito a forma que morreremos, que pode ser de susto, bala ou vício... Importará, naquele dia, a forma como teremos vivido." - Cláudio, leitor do blog
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